-
Considerar a democratização do ensino público primando pela
qualidade do ensino e da aprendizagem.
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quinta-feira, 24 de março de 2016
8- Democratização do acesso, efetividade social da educação e a qualidade dos processos de ensino e de aprendizagem.
OBJETIVO DE ENSINO E APRENDIZAGEM:
7- Prestação de contas.
OBJETIVOS
DE ENSINO E APRENDIZAGEM:
-
Utilizar instrumentos que possibilitem acompanhar a utilização dos
recursos públicos na área da educação, do recebimento à
prestação de contas.
Para acessar a apresentação abaixo, você deve ter uma conta no google drive.
Clique aqui para Informativo sobre prestação de contas em ppt
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MODELO
DE COMO SE ORGANIZA UMA PRESTAÇÃO DE CONTAS:
PLANILHAS
EM BRANCO:
https://drive.google.com/folderview?id=0B0dLHApE_RzKfml4Z0szY0d3MFBlQ3RYMlRZNlBybUxBUkdFdUlVVGxoOW53OEg1dGh3NzA&usp=sharing
cartão
CPESC: http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/cpesc
5- Planejamento pedagógico-financeiro.
OBJETIVOS
DE ENSINO E APRENDIZAGEM:
-
Apropriar-se dos conceitos teórico-práticos relacionados ao
planejamento pedagógico-financeiro.
Analisar o impacto do planejamento financeiro no projeto pedagógico;
Analisar o impacto do planejamento financeiro no projeto pedagógico;
Nesta parte, quero destacar a importância do estudo do PDE INTERATIVO. Sabemos que o diretor da escola tem a senha para acesso e que em todo início de ano ele deve formar uma equipe com no máximo 10 participantes para estudar as dimensões da escola e à partir deste estudo definir metas e planejamento pedagógico e financeiro.
Vou disponibilizar neste espaço um estudo de uma escola estadual no ano de 2013 para que tenham noção deste estudo.
Para saber mais sobre PDE INTERATIVO ou PDE ESCOLA, clique aqui!
Pode parecer confuso quando olhamos pela primeira vez, mas se você analisar cada foto vai entender o processo.
3- Influencias da gestão financeira no processo pedagógico;
OBJETIVO DE ENSINO E APRENDIZAGEM:
-
Apropriar-se dos conceitos teórico-práticos relacionados ao
planejamento pedagógico-financeiro.
Analisar o impacto do planejamento financeiro no projeto pedagógico;
Analisar o impacto do planejamento financeiro no projeto pedagógico;
_____________________________________________________
O
planejamento financeiro e o projeto político pedagógico da escola
devem seguir as mesmas diretrizes
________________________________________________
Mais
sobre Gestão Financeira
Administrar
os recursos financeiros de uma escola não é tarefa fácil. É
preciso avaliar muito bem onde aplicá-los de forma que tenham
reflexos na qualidade do ensino e na aprendizagem dos alunos. Para
isso, o planejamento de gastos deve estar em linha com o projeto
político pedagógico (PPP). As metas e os objetivos definidos nesse
documento indicarão como investir para garantir o funcionamento da
instituição em condições satisfatórias. O conceito pode parecer
óbvio, mas nem sempre é levado a sério. Mesmo com autonomia para
gerir os recursos, muitas vezes a equipe gestora se depara com o
dilema de onde aplicá-los. Para tanto, deve lembrar que as decisões
têm de ser tomadas em conjunto com a comunidade escolar.
As principais fontes de recursos de uma escola são o governo federal, que repassa verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e os governos estaduais e municipais, que, por meio das secretarias de Educação, coordenam programas que destinam verbas específicas para a merenda, a compra de materiais etc. Para fazer o dinheiro render, os gestores podem pensar em soluções alternativas e compartilhá-las com a comunidade (que ajudará a decidir
As principais fontes de recursos de uma escola são o governo federal, que repassa verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e os governos estaduais e municipais, que, por meio das secretarias de Educação, coordenam programas que destinam verbas específicas para a merenda, a compra de materiais etc. Para fazer o dinheiro render, os gestores podem pensar em soluções alternativas e compartilhá-las com a comunidade (que ajudará a decidir
1.
Releitura dos objetivos
Se
o PPP foi feito com base nos pontos em que a escola precisa melhorar,
certamente estarão listadas nele várias ações a desenvolver
durante o ano, bem como projetos institucionais e didáticos
elaborados pelos docentes. A leitura a ser realizada pela equipe
gestora tem a finalidade exclusiva de definir as prioridades. Quais
são as necessidades de aprendizagem dos alunos? Em que conteúdos e
disciplinas eles apresentam mais dificuldades? Em quais didáticas os
professores demandam mais formação? Que materiais precisam ser
assegurados para que os projetos se concretizem? Os espaços estão
adequados para que eles sejam realizados? Essas são as perguntas que
nortearão a escolha dos itens em que o dinheiro será investido.
Exemplo: os professores promoverão mais atividades de leitura porque
uma das metas é melhorar as capacidades leitora e escritora das
crianças. Para tanto, as turmas frequentarão mais a biblioteca, o
empréstimo de livros de leitura se intensificará e outras
atividades estão previstas para ser realizadas lá. Daí a
necessidade de pensar em reforma do espaço, ampliação ou
atualização do acervo.
2.
Apoio da comunidade
Tomar
decisões sozinho é sempre uma responsabilidade muito grande, ainda
mais com medidas que dizem respeito não só aos alunos, mas a toda a
comunidade. A prática de que alguém decide e todo mundo faz está
ultrapassada e não condiz com o conceito de autonomia da escola. Por
isso, o ideal é promover reuniões periódicas com representantes
dos diversos segmentos - alunos, professores, funcionários, pais e
responsáveis - durante o ano para que todos tenham informações
sobre as necessidades da instituição, ajudem a elencar as
prioridades e acompanhem a execução dos recursos. Ao participar dos
projetos, as pessoas se sentem comprometidas com os resultados e se
envolvem mais nas atividades.
3.
Gastos? Só os necessários
Um
passo importante é separar os projetos que a escola dá conta de
realizar sem investimentos daqueles que exigem recursos. Aumentar o
envolvimento dos pais no processo de aprendizagem dos filhos -
convidando-os a ir à escola para falar de suas profissões, por
exemplo, ou pedindo que os filhos os entrevistem e tragam informações
para compartilhar com os colegas - não requer gastos. Os projetos
que não necessitam de verba podem ser tocados imediatamente. Já os
que dependem de aporte financeiro precisam de um cronograma de
execução, estabelecendo ações e prazos para que se concretizem.
Se o PPP prevê o uso de tecnologia como uma ferramenta para a
aprendizagem do aluno, é essencial investir na montagem do
laboratório e na capacitação dos professores antes do início do
projeto - e na manutenção dos equipamentos durante todo o ano.
Vários educadores concordam que a aquisição constante de acervo
para a biblioteca é um gasto bem feito. "É indispensável
formar leitores críticos e conscientes", diz Ana Maria de
Albuquerque Moreira, doutoranda em Educação pela Universidade de
Brasília (UnB) e coautora do módulo VI do Programa de Capacitação
a Distância para Gestores Escolares (Progestão), que trata dos
recursos financeiros.
4.
Soluções alternativas
Muitas
vezes, é preciso reduzir os gastos para que eles caibam no orçamento
previsto. Ou, o que é mais sensato, pensar em soluções
alternativas que satisfaçam as necessidades prementes. "Em vez
de cursos de formação para os professores fora da escola, por
exemplo, por que não promover sessões de estudos na própria
instituição, organizados pela coordenação pedagógica com a
participação de um especialista convidado?", sugere Leunice
Martins de Oliveira, coordenadora do curso de pós-gradução em
Gestão Educacional da Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul (PUC-RS). "É uma alternativa mais barata e atende
melhor às demandas dos docentes." Mais uma opção? Pague o
curso para um membro da equipe com o compromisso de ele compartilhar
o que aprendeu com os colegas. Mais uma vez, as decisões não podem
ser arbitrárias e devem envolver os interessados. "É comum os
gestores reclamarem que os professores não dão atenção aos
eventos promovidos pela escola. Isso realmente pode acontecer se a
atividade for imposta, em vez de combinada coletivamente",
argumenta a pedagoga Maria Conceição Tassinari Stumpf, professora
da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A realização
de parcerias é, ainda, outra alternativa que deve ser levada em
consideração. Entidades, clubes, empresas do bairro e até os pais
podem se tornar parceiros da escola, seja para ceder espaços
alternativos para aulas e encontros de formação, seja para doar
materiais pedagógicos e livros para a biblioteca (leia
depoimento de um diretor de Pernambuco).
5.
Demostração dos resultados
É
bom ter em mente que tão importante quanto planejar os gastos é
comprovar como eles foram utilizados. Para isso, além das exigências
legais - balanços financeiros e orçamentários, documentos fiscais
e relatórios -, é fundamental mostrar de que forma aquele recurso
impactou a aprendizagem do aluno. A aquisição de novos livros para
a biblioteca estimulou a turma à leitura e fez com que participassem
mais das aulas? O conserto do ventilador permitiu que as crianças se
concentrassem nas aulas, já que a sala ficou com o clima mais
agradável? Tudo o que traz consequências positivas para o ensino e
a aprendizagem deve ser registrado e apresentado, por meio de
painéis, cartazes ou reuniões, à comunidade escolar.
2- Gestão financeira na escola;
OBJETIVO DE ENSINO E APRENDIZAGEM:
-
Analisar a gestão financeira descentralizada na escola pública como
parte de um novo modelo de financiamento de políticas educacionais.
-
Canalizar os recursos financeiros disponíveis, maximizando a
capacidade de investimento.
- Identificar as fontes de financiamento da escola pública, a descentralização dos recursos públicos, os diferentes programas, bem como sua correta aplicação, dentro das normas legais que regem a administração pública.
- Identificar as fontes de financiamento da escola pública, a descentralização dos recursos públicos, os diferentes programas, bem como sua correta aplicação, dentro das normas legais que regem a administração pública.
5 pontos importantes sobre o PPP e a gestão financeira:
Site visitado: http://gestaoescolar.abril.com.br/administracao/ppp-gestao-financeira-caminham-juntos-551882.shtml
_____________________________________________________________
GESTÃO FINANCEIRA DESCENTRALIZADA: UMA ANÁLISE DO PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA
1- Financiamento da Educação no Brasil
OBJETIVOS
DE ENSINO E APRENDIZAGEM
-
Conhecer o financiamento da educação pública no Brasil, à luz da
legislação pertinente.
-
Identificar os principais conceitos referentes ao processo
orçamentário, evidenciado seus princípios, execução e controle,
gerando conhecimento sobre a gestão pública e a transparência das
ações;
Este vídeo nos orienta sobre os objetivos desta aula.
Este vídeo nos orienta sobre os objetivos desta aula.
_______________________________________________________________
Plano de Aprendizagem
|
PLANO
DE ENSINO E APRENDIZAGEM
|
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CENSUPEG
- CENTRO SUL-BRASILEIRO DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
|
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|
INSTITUIÇÃO
CONVENIADA: FASFI
- Faculdade São Fidelis |
||
|
PÓS-GRADUAÇÃO
LATO SENSU – NÍVEL: Especialização |
||
|
CURSO: (GESC)
Gestão Escolar |
||
|
DISCIPLINA: (1447)
Gestão Financeira Escolar - Prestação de Contas (Financeira e
Patrimonial) |
||
|
CARGA
HORÁRIA: 30 |
||
|
PROFESSOR(A): Eliane
Gonçalves Lopes Tomelin |
||
TITULAÇÃO: Especialista
|
|
2.
OBJETIVO GERAL |
|
Valorizar
a educação como um instrumento de interação social, controle
e responsabilidade, através de um trabalho em parceria com toda
a comunidade escolar (pais, estudantes e profissionais da
educação), num processo cooperativo de formação de indivíduos
plenos e aptos a construir a sua própria autonomia; mostrando a
relevância dos instrumentos de planejamento na gestão pública,
proporcionando uma visão geral do financiamento das políticas
públicas, seus princípios, sua execução e controle, buscando
uma gestão participativa, bem como o aprendizado no trato do
patrimônio público, como um “bem” que é de todos. |
|
3.
CONTEÚDOS |
4.
OBJETIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM |
|
-
Financiamento da Educação no Brasil - Gestão financeira na escola; - Influencias da gestão financeira no processo pedagógico; - Medidas descentralizadoras dos recursos financeiros; - Planejamento pedagógico-financeiro. - Impactos do planejamento financeiro no projeto pedagógico. - Prestação de contas. - Democratização do acesso, efetividade social da educação e a qualidade dos processos de ensino e de aprendizagem. - Manutenção e conservação do patrimônio escolar - Habilidades essenciais e desenvolvimento do perfil de funcionários e educandos. |
-
Conhecer o financiamento da educação pública no Brasil, à luz
da legislação pertinente. - Identificar os principais conceitos referentes ao processo orçamentário, evidenciado seus princípios, execução e controle, gerando conhecimento sobre a gestão pública e a transparência das ações; - Analisar a gestão financeira descentralizada na escola pública como parte de um novo modelo de financiamento de políticas educacionais. - Canalizar os recursos financeiros disponíveis, maximizando a capacidade de investimento. - Identificar as fontes de financiamento da escola pública, a descentralização dos recursos públicos, os diferentes programas, bem como sua correta aplicação, dentro das normas legais que regem a administração pública. - Apropriar-se dos conceitos teórico-práticos relacionados ao planejamento pedagógico-financeiro; - Analisar o impacto do planejamento financeiro no projeto pedagógico; - Desenvolver formas de controle e fiscalização, buscando a parceria da sociedade civil organizada, Ministério Público, TCE, bem como dos conselhos municipais. - Utilizar instrumentos que possibilitem acompanhar a utilização dos recursos públicos na área da educação, do recebimento à prestação de contas. - Considerar a democratização do ensino público primando pela qualidade do ensino e da aprendizagem. - Conscientizar a comunidade escolar sobre a necessidade de preservar, respeitar e valorizar o Patrimônio Escolar. - Promover uma gestão participativa e democrática, oportunizando a comunidade escolar em desenvolver suas potencialidades. |
|
5.
METODOLOGIA |
|
•
Seminários
de discussão e aprofundamento, a partir da leitura prévia de
bibliografia indicada;
• Estudos de textos individuais e coletivos; • Preenchimento de planilhas de prestação de contas; • Apresentação teórica e prática de trabalhos em grupo; • Dinâmicas e vivências de grupo; • Exibição de slides e planilhas de prestação de contas;
• Exibição
de vídeos;
•
Apresentação
de sites relacionados a prestação de contas;
• Produção
do texto científico, entre outros.
|
|
6.
AVALIAÇÃO |
|
• Pontualidade/presença. • Participação nas discussões durante o processo, potencial crítico perante as reflexões – fala e escrita. • Apresentação e ou entrega dos trabalhos solicitados – individuais e em grupo. |
|
7.
REFERÊNCIAS |
|
BALCÃO,
Nilde; TEIXEIRA, Ana Claudia (org.). Controle Social do orçamento
público. São Paulo: Instituto Polis, 2003.
Botelho,
Milton Mendes – Manual Prático de Controle Interno na
Administração Pública Municipal. 1ª Ed., 2 ª Tir., Curitiba:
Editora Juruá, 2006.
BORDIGNON,
G; GRACINDO, R.V. Gestão da educação: :o município e a
escola. In: FERREIRA, N.S.C.;
AGUIAR,
M.A da S. Gestão da Educação: impasses, perspectivas
compromissos. São Paulo: Cortez, 2004.
BRASIL,
Constituição (1988). Constituição: República Federativa do
Brasil. Brasília: Senado Federal, 2002.
_______.
Emenda Constitucional nº. 53, de 19 de dezembro de 2006. Dá
nova redação aos arts. 7º, 23, 30, 206, 208, 211 e 212 da
Constituição Federal e ao art. 60 do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias.
_______.
Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101), de 04 de
maio de 2000. Dispõe sobre normas de finanças públicas
voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e da outras
providencias.
________,
Lei 4320/64, de 17 de março de 1964. Dispõe sobre as normas
gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos
orçamentos e balanços da união, dos Estados, dos municípios e
do Distrito Federal.
________Lei
8666, de 21 de junho de 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI,
da Constituição Federal, institui normas para licitação e
contratos da administração pública e dá
outras providências.
Disponível: www.presidencia.gov.br.
______.
Lei 9394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
de 20 de junho de 2007.
Regulamenta
o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e
de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, de que
trata o art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias; altera a Lei no 10.195, de 14 de fevereiro de
2001; revoga dispositivos das Leis nos 9.424, de 24 de dezembro
de 1996, 10.880, de 9 de junho de 2004, e 10.845, de 5 de março
de 2004; e dá outras providências.
_______,
Portaria Interministerial nº. 42, de 14 de abril de 1999.
Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam
o inciso I do § 1º do art. 2º e § 2º do art. 8º., ambos da
Lei 4.320, de 17 de março de 1964, estabelece os conceitos de
função, subfunção, programa, projeto, atividade, operações
de crédito,
e da outras providencias.
________,
Portaria Interministerial STN nº. 163, de 04 de maio de 2001.
Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas
no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, e
da outras providencias.
DAVIES,
Nicholas. Financiamento da Educação: novos ou velhos desafios?
São Paulo: Xamã, 2004.
DAVIS,
Keith; NEWSTROM, John W. Comportamento Humano no Trabalho. Vol. 1
– São Paulo. Pioneira, 1992.
DOURADO,
Luiz F. (org.) Financiamento da educação. Campinas, SP:
Au¬tores Associados; Goiânia, GO: Editora da UFG, 1999.
DOURADO,
Luiz Fernandes. et al. Conselho Escolar: gestão democrática da
educação e a escolha do diretor. Brasil. Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Básica – Programa
Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Brasília:
MEC, SEB, 2004.
FERREIRA,
Naura S. Carapeto (org.). Gestão Democrática da Educação:
atuais tendências, novos desafios. 2 ed. São Paulo: Cortez,
2000.
FNDE/PDDE/REX-http://www.fnde.gov.br/pls/internet_pdde/internet_fnde.PDDEREX_2_PC?p_listar=S&p_ano=2015&p_prg=02&p_uf=SC&p_co_mun=420460&p_tipo=U
(acesso em 26/09/2015)
GADOTTI,
M.; FREIRE, P.; GUIMARÃES, S. Pedagogia: diálogo e conflito. 5.
ed. São Paulo: Cortez, 2000.
http://undime-sc.org.br/download/versao-preliminar-plano-estadual-de-educacaosc/
(acesso em 26/09/2015)
LACERDA,
Lélia Lis. Orçamento Participativo no Brasil: a repolitização
do orçamento e a democratização das políticas públicas.
http://www.unifor.br/notitia/file/1540.pdf
LIBÂNEO,
J. C. Organização e gestão escolar: teoria e prática. 4. ed.
Goiânia: Editora alternativa, 2001.
OLIVEIRA,
Dalila de Andrade. Gestão Democrática da Educação: Desafios
Contemporâneos. 7ª edição. Petrópolis, RJ. Editora Vozes.
PINTO,
José Marcelino R. Financiamento da educação do Brasil: da
vinculação constitucional à construção de uma escola com
padrões mínimos de qualidade. Brasília: Revista da Faculdade
de Educação da UnB, 2005.
PRESTAÇÃO
DE CONTAS - Modelo
https://drive.google.com/folderview?id=0B0dLHApE_RzKfjFLOWIzM1YzbGIxZ19MbTUyVFZiSDdQenRYVEZaME5Jd2ZjdHg1dWpEeVk&usp=sharing
PRESTAÇÃO
DE CONTAS - slide -
https://drive.google.com/file/d/0B0dLHApE_RzKNUloOUlCbDRXQVE/view
RONCHI,
Olga Izilda. Os (des)caminhos do financiamento da Educação
Básica pública. 2000, 138 f. Dissertação (Mestrado em
Educação) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2000.
VASCONCELLOS,
C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto
educativo. São Paulo: Libertad, 1995.
SANTA
CATARINA. Constituição (1989) Constituição do Estado de Santa
Catarina. Florianópolis: Insular, 1997.
SANTA
CATARINA. Ciclos de Estudos de Controle Público da Administração
Municipal X, XIV. Florianópolis: Tribunal de Contas. 2007, 2012.
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